P.Q.P.

 


"Feira de rolo" foi uma das poucas atividades que escapou do cérebro criminoso de Al Capone mas, no Brasil de hoje, faz sucesso e o papel econômico de substituto da taxa de proteção cobrada pelo famoso gangster. Quem não colabora com as quadrilhas de bairro, acaba tendo seus estabelecimentos roubados, e o produto pode ser recomprado por 1/3 do preço original, no dia seguinte, nessas feiras de rolo.
Nesses locais pode-se encontrar qualquer objeto, produto de roubo ou furto e, até mercadorias de comercialização proibida, como armas e, até, animais (irracionais) ameaçados de extinção.
Está na hora de o poder público dar um basta nisso:
Rola neles!


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