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O
Dono do Circo
Basta que se
ande por qualquer rodovia deste imenso país para começar a conjeturar a
respeito do destino das tarifas que nos assolam a economia pessoal, sem que
consigamos ver o resultado prático de sua aplicação.
IPVAs, TRUs, Estacion
aumentos Regu lamentados, Pés dágios e outros assaltos oficiais.
No tocante à conservação, as rodovias estaduais privatizadas, são um belo
exemplo de como deveria funcionar o serviço. As rodovias federais, por sua vez,
são um descalabro, para não dizer que são uma vergonha e uma imoralidade, em
razão de seu estado e da total ausência de fiscalização. A falta de
fiscalização não é privilégio delas, porque as estaduais sofrem do mesmo
mal.
Limites reduzidos de velocidade são falácias, apenas, pois na ausência de uma
fiscalização efetiva, aqueles que “comandam” externamente os órgãos
fiscalizadores e seus agentes, fazem das rodovias os seus quintais ou sua área
de mando e domínio pleno, trafegando sem respeito e consciência, colocando em
risco a vida dos outros usuários.
Uma rede de televisão qualquer, poderia fazer uma reportagem bem feita a
respeito das mazelas nas rodovias, se não estivessem, todas elas, de rabo
preso.
A Fernão Dias (plena de buracos e riscos de toda a ordem) é um dos mais
gritantes exemplos das mazelas das rodovias federais, no estado de São Paulo e
não é preciso ir muito longe, basta tentar chegar são e salvo em Atibaia e
terá realizado um verdadeiro milagre.
A D. Pedro, com sua falta de fiscalização (caminhão acossando veículos de
passeio e ultrapassando-os, em excesso de velocidade, bem em frente ao posto de
pedágio existente próximo à Fernão dias), é um exemplo muito claro da ausência
de fiscalização.
Nesta mesma rodovia são comuns as observações (e os radares) a respeito de
travessia de pedestres (várias) sem que mencione o limite que deve ser
observado nesses locais.
O circo aí está, e a coisa corre solta por debaixo da lona!
Mas
afinal, este circo tem dono ou não tem?
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