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Nos Limites da Goela
Falando
de CPI, olha
eu chegando aí! Sou
eu, a alma do povo esperando
por algo novo. Aqui
vou eu, meu compadre, em
linguajar sem remendo, falando
até pra comadre, das
coisas que estão fedendo: Bandalheira, ladroagem, roubalheira, e bandidagem. Era
tudo o que se via, de
uma súcia bem sacana, dia
e noite, noite e dia. Daí
veio a trabuzana. O
povo cansado disso, regurgitando
a valer, deu
na canalha um sumiço usou
de antiemético o PT Saiba
o meu representante, de
quem se esperava algo, que
se não fizer o bastante, de
pedradas vai ser alvo. O
que entra no organismo, se
não for absorvido (usando
vou, de eufemismo), será
sempre devolvido. Se
esse partido tem dono, só
pode ser ele, o povo. E deve sair do abandono, pra
ser eleito de novo. Atenção
vereador, prefeito
e governador; não
se esqueça o presidente, que
é figura de expoente: Depois
de levado a peito, aquilo
pra o que foi eleito, então,
que se avise à canalha: Muito
faz quem não atrapalha! Esta
simplória quadrinha, com
pretensões de ser minha. É
só ouvi-la de novo, pra perceber que é do povo.
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