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Desde a
recente mudança na chefia da Câmara Federal, o povo o
o país foram presenteados com uma sucessão de mutretas
e embrulhadas inimagináveis até em chanchadas
novelescas. Começou com a eleição desta figura
ímpar, que não tem pejo, nem medidas, na hora da
defesa dos interesses mais escusos, de sua índole
eleiçoeira.
Elegeu-se
o cabriteiro pela graça de muitas e imorais
promessas aos velhos cabungos.
Impossibilitado,
pela grita popular, de cumprir o prometido ele arrombou
os úberes da rês pública, na calada da noite, agindo
pelos fundos do curral.
Nem por
isso satisfeito, o cabungueiro eleito estourou o
orçamento, com a liberação de verbas de tamanho
incomensurável para projetos de origem duvidosa.
Como se
tal não bastasse, resolveu cantar de galo e escorchar a
nação, com sua verve maldosa. Agora, o que exigia era
assumir a banca tirando as cartas da manga.
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