Há momentos na vida humana em que o ser escolhe enfatizar tudo o que pior existe em seu espírito e o eleitor o faz na hora de escolher o seu representante.

 

 

Com o ar mais deslavado
e sua pança de afogado, 
cavoucante "o cavouqueiro" 
tomou conta do chiqueiro.


Mesmo cheio o embornal
não se conteve o animal
e armou a maior grita
para comer lula frita.


Porém, acabou o glutão
com uma baita indigestão.
Não sabia a velha ferida,
que lula se come cozida.

 

 

Desde a recente mudança na chefia da Câmara Federal, o povo o o país foram presenteados com uma sucessão de mutretas e embrulhadas inimagináveis até em chanchadas novelescas. Começou com a eleição desta figura ímpar, que não tem pejo, nem medidas, na hora da defesa dos interesses mais escusos, de sua índole eleiçoeira.

Elegeu-se  o cabriteiro pela  graça de muitas e imorais promessas aos velhos cabungos.

Impossibilitado, pela grita popular, de cumprir o prometido ele arrombou os úberes da rês pública, na calada da noite, agindo pelos fundos do curral.

Nem por isso satisfeito, o cabungueiro eleito estourou o orçamento, com a liberação de verbas de tamanho incomensurável para projetos de origem duvidosa.

Como se tal não bastasse, resolveu cantar de galo e escorchar a nação, com sua verve maldosa. Agora, o que exigia era assumir a banca tirando as cartas da manga.

 

 

 



Continua...

Com todo o asco, ainda continua. Sempre continua! Até que...
Quem muito manga, um dia a turba zanga!

 

Vá! Mas vá pela beirada...

 

 

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