Aquilo lá (você que conhece, ainda se lembra, não, Marcos?) é igual ao chão de curral de interior, daqueles de sertão, de terra batida, depois de alguns dias de chuva miúda e contínua...Não dá nem pra pisar, e se pisar vai atolar até o meio das canelas.
Eles se acobertam mutuamente, sempre que algum fósforo é aceso, porque "rabo de palha" é comum a todos.
Quem fala em (Naquele que a mulher tinha um ranário de 20 milhões de reais. Dinheiro público!)...como é mesmo o nome dele?
Ninguém mais se lembra. O povo tem memória curta  e eles esquecem (mesmo que esteja sob suas barbas), e silenciam, por conveniência e conivência. É a velha prática da "pá de cal" para inibir a ciência pública da putrefação.
O mais duro de tudo isto é que eles não se envergonham, é como se vivessem num mundo à parte, com normas diversas, com conceitos de moral totalmente estranhos a nós, seres mundanos.
E que ninguém me venha a falar de democracia, quando auguro, num momento destes, pela ressurreição do advogado Robespierre, para saber dele como foi.

Continua...

Com todo o meu nojo, ainda continua.

 

Pacença, sô! Dexa a imprensa falá. Depois nóis cai de pau

 

 

Volte, mas escolha onde pisa.