Direitos Humanos, Pois Sim!

 

   

Por detrás da maioria das entidades chamadas de defesa dos direitos humanos estão representados os interesses estrangeiros no país.
Os pretensos defensores dos direitos humanos deveriam, se a coisa fosse séria, estar se preocupando com o valor dos salários básicos, ponto fundamental para a defesa do que é verdadeiramente direito humano: condições mínimas de sobrevivência, alimentação e educação. Porém, o que realmente lhes interessa, e àqueles que sustentam a estrutura de suas organizações, na verdade, é a farta e inculta mão-de-obra de baixo custo.
Se a coisa fosse para valer, deveriam estar preocupados com o controle de natalidade, caminho seguro para evitar o crescimento do número de crianças que vivem e sobrevivem jogadas nas ruas do país. Porém, são contra, porque por detrás da máscara de defensores de direitos humanos está, muitas vezes, também o comércio do "religare" que precisa dos adeptos, cada vez em maior número, para sustentar as nababescas regalias dos "intermediários divinos".
Batem-se e debatem-se contra a redução da maioridade penal, porque interessa aos dominadores, que o nosso "futuro" comece mais tarde a responder por seus atos, retardando assim, propositadamente, o desenvolvimento do senso de responsabilidade e as noções de respeito pelas regras de convivência em sociedade. Aqueles que se arvoram em "intermediários da divindade", deveriam ir e perguntar sobre isso ao Índio Galdino, ao garçom lá da Bahia e a outras tantas vítimas fatais, que são de sua responsabilidade e de todos os pretensos defensores de direitos humanos.
Na fase mais importante da formação do caráter, esses falsamente “protegidos” estão sendo aliciados pelo crime organizado que, quiçá esses mesmos defensores representam, pois quando saem em defesa de "direitos humanos", as vítimas que esses defensores pretendem representar são os bandidos, nunca os cidadãos comuns.
Querem fazer verdadeiramente a defesa dos direitos humanos? Vão, pois, às portas da Casa Branca, "Bastião da Democracia", e verão como são tratados aqueles que se dispõem a ficar contra a chacina criminosa que está sendo executada, em nome da PAZ MUNDIAL
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Por fim eu gostaria de dizer que,
de “reverendo”, basta o Moon!
Quem se arvora a merecedor de reverências, geralmente é um pobre diabo, com pretensões Divinas

 

Carlos Gama. www.suacara.com

20 de março de 2003 – 15:21 hs

 

 

 

 

 

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