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O
Fantasma do Morumbi
O dito-cujo, o tal fantasma sonso, com aquelas suas olheiras de noites
passadas em recepção de velórios, que com aquele
seu olhar de vampiro arredado, faz de tudo e qualquer coisa mais para
chegar ao cume da torre, provavelmente com o fito de lançar
um olhar mais abrangente sobre uma quantidade maior de alheias vítimas.
Sempre com finalidades duvidosas, ele lança mão das
práticas mais inimagináveis para chegar lá, no
topo do castelo, no lá no alto do planalto mais central.
No plano médio (que se restringe à sua atual área
limítrofe de atuação) o avanço foi uma
lei (sempre se valendo da cupidez dos legisladores) oriunda de seu
palácio executivo, determinando a transferência da responsabilidade
de fiscalização sobre consumo público de substâncias
tóxicas de uso livre, para alguns cidadãos comuns. Uma
aberração. Depois, ainda no mesmo plano de atuação,
vem ensaiando uma outra medida demagógica e eleiçoeira,
que pretende criar um pólo maior de dissidências raciais,
estabelecendo vultosos valores econômicos para ressarcimento
de possíveis afrontas a essas questões. Mais uma aberração?
Não, uma imoralidade bem ao nível de um politiqueiro
oportunista, que favorecerá o crescimento da beligerância
inútil e da indústria do aproveitamento indevido, assoberbando
ainda mais o Poder Judiciário.
Em planos mais específicos (regiões de seu feudo), ele
lança em Santos o "Bondão" do governador e
reacende, sem estudos profundos, a idéia já estranhada
de uma ponte com altura obsoleta, ligando Santos ao Guarujá,
podendo impedir o tráfego de navios modernos pela área
estuarina, onde se abriga o Porto de Santos.
Um monstrengo!
-Quem?
Aí fica a dúvida.
Santos, 09 de junho de 2009.
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